maternity :: andreia

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Depois da chuva ter aparecido esta semana, pareceu-me que fazia sentido publicar uma sessão que grita verão a cada fotografia! E claro, já que hoje é o Dia do Pai, nada melhor que celebrar com uma sessão de gravidez, porque é com a gravidez que todas as ânsias de se ser pai começam. E foi no último dia de agosto do ano passado que registei a gravidez da Andreia numa belíssima tarde de verão, com um pôr-do-sol que até a nós nos surpreendeu, ou não estivéssemos em Peniche…

A sessão de gravidez é sempre muito particular, em relação às restantes, pois existe uma fase em particular para a fazer. É suposto a gravidez estar avançada, mas a mulher sentir-se ainda confortável e bem disposta, sem se sentir demasiado cansada. Além da parte óbvia, de que uma pessoa cansada não irá transparecer a leveza que se pretende, gosto que as sessões de gravidez não sejam apenas retratos de uma barriga cheia de orgulho. Quero que as sessões de gravidez sejam uma sessão de namoro, uma sessão de retrato… são memórias de um pedaço de vida de uma mulher. E ainda que ela não se vá esquecer desta fase, a memória prega-nos partidas, e por isso, é sempre bom recordar. E que giro será mostrar ao filho/a estas fotografias?

Mas agora vamos então dar uma passeio pela praia, neste final de tarde de verão, pode ser?

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Revelado e digitalizado pelo Carmencita Film Lab

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Best of 2014 Hello Twiggs

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A crush for mustard yellow

Antes de mais, como comentei na semana passada, gosto que este blog seja de lifestyle e não apenas para publicar trabalho. No entanto, é bem sabido que no decorrer do ano, o tempo vai sendo escasso para parar e pensar noutro tipo de posts, sem ser algo que surja à minha frente, como o trabalho em si ou as voltas que tenho de dar em Lisboa ou nos sítios por onde passo.

Por isso, e deixo já aqui um pré-aviso a esta navegação, quero tornar este blog mais lifestyle do que tem sido, vou fazer um esforço nesse sentido porque gosto imenso de o fazer, mas claro… não consigo prometer que a coisa se mantenha até dezembro! Mas vamos lá!

Os favoritos de hoje, para quem me conhece bem, fazem tanto sentido como comer pipocas no cinema (das boas e não interessa se são a favor das pipocas no cinema ou não, faz sentido, ponto final!). Uma das cores que me alegra os olhos e me faz sorrir de imediato é o amarelo-mostarda e isto é… em tudo. É uma cor que me enche as medidas e se passeio por lojas, é possível que agarre em tudo que seja dessa cor (e deseje trazer praticamente tudo em igual medida).

Hoje deixo alguns favoritos que me enchem o olho, encontrados por aí, naqueles momentos de “preciso de parar um bocadinho o trabalho e vou ao Pinterest, até porque ir ao Pinterest é trabalhar também o marketing, por isso, vamos lá!”.

Blog Post- Favorites

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Que é que não aprecia uma cadeira Charles Eames? Se for neste tom amarelo mostarda, ainda melhor! Nem seria pelo preço, mas que fosse um apenas e já ficaria o toque de cor perfeito na sala!

Quanto ao caderno, este foi-me oferecido por uma grande amiga e claro, amiga que sabe qual é uma das minhas cores preferidas. Publiquei a fotografia no Instagram e como muitos perguntaram de onde é, aqui fica a referência. E sim, é o meu caderno preferido!

Ter um móvel nesta cor conquista-me sempre. E claro, basta apenas um, é como as cadeiras. Por muito que goste de cor, e que aprecie ver alguns interiores coloridos, tenho alguma dificuldade em encontrar o equilíbrio perfeito num espaço que seja meu. Por isso, vou optando por ter apenas alguns apontamentos de cor. Este parece-me que seria perfeito!

Por fim, uma tacinha gira que adoro de uma loja no Etsy, porque mesmo as taças não têm de ser aborrecidas e nem que seja para nem pôr nada ou para servir durante um jantar com os amigos. Por fim, duas coisas que estão na minha lista de presentes para mim própria há mais de um ano: uma mochila Fjällräven e as wristworms da Sandra Juto. A primeira porque apesar do seu ar desportivo, este modelo de mochila conquistou-me de vez. Talvez sejam os ares nórdicos da sua origem (Fjällräven quer dizer raposa do ártico), ou o ar prático que faz com que fosse ótima para viagens ou para ir fotografar em sessões. E as segundas porque são perfeitas para quem fotografa e quer manter as mãos quentes durante o inverno… e também porque tudo o que a Sandra Juto faz é bonito!

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love-birds :: paula + mário

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A Paula e o Mário são daqueles casais com quem passar o tempo é estar a rir e se há algo que me lembro da sessão deles e do casamento depois em setembro é precisamente o riso da Paula. E é assim que dá prazer trabalhar, é isto que é bom no trabalho que faço, conhecer pessoas diferentes, descontraídas, de bem com a vida e que nos contagiam com tudo isto.

O casamento foi pensado ao pormenor, com a ajuda dos amigos, para que fosse mesmo à imagem deles, para que o dia fosse deles a sério. E assim foi… Mas antes do casamento, fizemos a sessão na Peninha, onde adoro sempre fotografar, e onde pudemos passear e deliciar com o pôr-do-sol que aqui é sentido de forma tão única.

Vamos passear?

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Stories from Lisbon :: os pastéis de nata de Lisboa

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Quem me conhece e me segue pelas redes sociais, pode dizer duas coisas sobre mim: adoro Lisboa e tenho um cão espectacular (tudo verdade, diga-se!). Quem está mais atento, sabe ainda que sou gulosa e que adoro pastéis de nata e bolo de chocolate (este aqui!). Quem já foi meu cliente sabe ainda que muitas vezes escolho estes sítios para uma primeira reunião.

E depois de publicar e de falar tanto de pastéis de nata, a Andrea desafiou-me para duas coisas: um passeio e uma tour de pastéis de nata, já que eu publicitava uns determinados pastéis de nata como sendo os melhores de Lisboa. Ela discordava e por isso, quisemos tirar as nossas conclusões… provando quatro deles.

Para começar, apenas uma nota de rodapé. Moro na Ajuda, logo os Pastéis de Belém são quase uma segunda casa para mim. Além disso, sou uma acérrima defensora que os pastéis de Belém são diferentes dos pastéis de nata. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Ainda assim, fizemos questão de começar pelos Pastéis de Belém, até para saborear as diferenças numa mesma manhã.

Vamos então à nossa tour e às conclusões a que chegámos depois de cada pastel de nata!

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Pastéis de Belém
Rua de Belém, 84 a 92
1300-085 Lisboa

Preço: 1,05€

A nossa manhã começou precisamente nos Pastéis de Belém para experimentar aqueles que são únicos e exclusivos nesta cidade. Apesar de muitos dizerem que são iguais aos outros, lamento, mas não concordo. E já comi muitos… pastéis de nata e pastéis de Belém. A única coisa que poderei aceitar que me digam é que se se deixarem arrefecer, os pastéis de Belém perdem muito da sua graça e mais facilmente são comparáveis a um qualquer pastel de nata… a um bom pastel de nata, mas perde a sua exclusividade, é certo.

Ainda assim, o facto de serem sempre quentes, o facto de terem a crosta mais estaladiça de sempre, um brilho bonito e apetitoso, e um creme com uma textura equilibrada e suave, faz com que esta receita tenha o sucesso que tem há quase 200 anos. E isto não é para qualquer um.

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A Chique de Belém
Rua da Junqueira, 524
1300-341 Lisboa

Preço: 1,05€

A Chique de Belém é outra que está no meu bairro, sendo que vivendo na Ajuda, Belém é como se fosse o meu bairro também, porque estou quase sempre a passear por lá com o Kobe ou a beber café (e um pastel de nata). Os pastéis de nata da Chique de Belém eram a minha referência nos pastéis de nata. O espaço em si é simples e parece um café como outro qualquer. Tem uma esplanada muitíssimo simpática e perfeita para apanhar sol, estando e frente para o novo Museu dos Coches (que julgo que finalmente irá abrir em breve) e jardim. O que é irónico é que nada neste sítio é chique, mas não deixo de gostar.

É um café, mas que por acaso serve um dos melhores pastéis de nata da cidade. O ar deles até pode nem fazer adivinhar o que se sente na boca à primeira trinca, mas a verdade é que são uma das minhas referências. Com certeza não terão a mesma produção megalómana que os Pastéis de Belém, mas são a Chique e este nome bate tudo. A crosta é semi-estaladiça, mas é o sabor do creme que nos conquista. E vale a pena experimentar e levar para casa!

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A Brasileira
Rua Garrett, 120
1200 Lisboa

Preço: 1,30€ (ao balcão)

A verdade é que nunca tinha ouvido falar dos pastéis de nata d’A Brasileira, mas a Andrea dizia que eram um dos melhores, e por isso, incluímos esta paragem na nossa tour! A Brasileira dispensa apresentações, e certamente que muitos lisboetas encontrarão mil e um sítios melhores para beber café, caso se encontrem pelo Chiado. A simpatia por vezes é deixada para trás, os preços não são convidativos… e por isso, escolhe-se outro sítio. Mas a esplanada é de facto simpática, e é o Chiado.

Mas desta vez entrámos para experimentar o 3º pastel de nata da manhã e eu tive uma enorme surpresa. O preço era o mais caro de todos é certo, mas o pastel de nata era delicioso. O único senão é talvez ser o mais doce de todos, e enquanto que em todos os restantes aceito comer dois (e é possível ir ao 3º também…), aqui seria impensável. Ainda assim, a crosta é estaladiça, o creme é mais líquido que os restantes, tem um brilho especial e tem um sabor acentuado a limão. A ir à Brasileira beber café, aconselho a pedir também um pastel de nata, porque merece ser provado!

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A Manteigaria
Rua do Loreto, 2
1200-242 Lisboa

Preço: 1€

E finalmente chegámos ao 4º e último pastel de nata desta manhã e terminámos da melhor forma! A Manteigaria “do Chiado” (curiosamente só ontem percebi que se chama Manteigaria Camões) tem sido referenciada ultimamente como a que tem efectivamente os melhores pastéis de nata de Lisboa. Contudo ainda não tinha tido a oportunidade de os experimentar. Por isso, esta manhã era perfeita para isso!

Primeiro, há que referir o local escolhido, que é para mim um dos meus preferidos em Lisboa – o Chiado. Qualquer coisa no Chiado tem um charme acrescido pelo local onde está. É um sítio que junta turistas e locais de uma forma harmoniosa, onde sabe sempre bem dar um passeio, parar para apanhar sol, fazer compras, comer qualquer coisa, beber um copo, etc. Depois a fachada da Manteigaria é outro detalhe que nos conquista, pois a fachada da antiga Manteigaria União é agora honrada com este estabelecimento que dá um aroma delicioso à vizinhança e traz mais pessoas à rua, pois entre turistas e lisboetas, já são consumidos cerca de 2000 pastéis de nata por dia.

E agora o veredicto acerca dos pastéis de nata. Para mim, estes são de facto os melhores. A crosta é estaladiça (ainda que não tão estaladiça como a dos Pastéis de Belém), o brilho do pastel faz crescer água na boca e quando se dá a primeira trinca, nem apetece falar de tão bom que é e de só querermos apreciar aquele momento… e se possível pedir logo o segundo pastel.

Ao contrário dos Pastéis de Belém, cuja receita permanece no segredo dos deuses há quase 200 anos, aqui a cozinha está aberta a todos que quiserem espreitar, pois é precisamente no mesmo espaço e tem um vidro transparente, permitindo que acompanhemos todo o processo.

Por isso, aqui fica a nota, no próximo passeio ao Chiado (sendo que pode ser passeio depois do jantar, pois estão abertos até à meia-noite), têm de ir à Manteigaria comer um pastel e levar uma caixinha para casa (compreendem-se possíveis ataques à caixa a meio da noite!).

E como está prometida uma segunda ronda de pastéis de nata, gostaria de saber as vossas sugestões. Quais é que acham que devemos provar e que não estão ainda aqui? 

Lisbon’s Travel Guide
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love-birds :: débora + rui

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Ainda me lembro de receber o email da Débora a pedir o orçamento para o seu casamento. Estava algures na Costa Alentejana de férias em abril e lembro-me perfeitamente de o ler. Gosto sempre de recordar estes momentos que poderiam ser iguais a tantos outros, mas não o são, porque marcam o início de uma história.

Umas semanas depois eu seria oficialmente a fotógrafa do casamento deles em agosto e sem dúvida que foi um dos casamentos mais emotivos que presenciei. Mas além de toda a emoção, a Débora e o Rui deram-me aquilo que enquanto fotógrafa quero sempre ter para fotografar, espontaneidade, sorrisos e muito amor. Amor que se vê na forma como se olham, como contam a história deles a olhar um para o outro e de olhos a sorrir. Um amor assim é o que todos desejamos. Um amor que se sente com o olhar.

Por isso aqui fica a sessão de Love-Birds com uma luz a combinar com tudo de bonito que há nesta história!

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