Família em Ponto Pequeno :: kids will be kids

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Fotografar miúdos é sempre uma aventura. Uns são mais tímidos e não é assim à primeira que nos aceitam, ou que sorriem, ou que se deixam estar como se nós não estivéssemos lá. Por outro lado, durante o tempo da sessão, é também muito giro ver como a relação muda. O que pode começar com uma desconfiança e birra por não se querer estar ali, pode acabar numa relação de amizade, num adorar ter feito a sessão, e pedir no dia seguinte por mais.

Neste dia não aconteceu nada disto, porque a boa-disposição estava lá desde o primeiro minuto. Uma sessão a 5, com cão incluído, com baloiços e um trampolim, só podia resultar numa tarde inteira de gargalhadas, corridas e sorrisos rasgados. E ainda muita, mas muita personalidade!

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Quando fotografo as famílias, existem sempre alguns pais que estão mais nervosos que os filhos e na vontade em que tudo corra bem, ambicionam a perfeição e não descontraem. Querem que a camisa não desfralde. O olhar sempre para a máquina de sorriso aberto, mas composto. O falar calmamente e sem gritar. O estar sempre bem-disposto. O retrato de família com todos sorridentes e de olhar bonito na mesma direcção, e por favor sem caretas.

Mas na verdade, eu quero que eles sejam o que eles são sempre. Se quiserem correr, que corram, se lhes apetecer fazer má cara, que façam, se quiserem fazer caretas, que façam, se quiserem sujar-se, correr, saltar… que assim seja. Quero retratar o que eles são – crianças à aventura.

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E as roupas lavam-se. Os joelhos esfolados saram. Mas as memórias ficam. Não de uma sessão perfeitinha, porque não foi para isso que viemos para a rua. Mas sim, as memórias das crianças a serem crianças, a fazerem aquilo que tanto os caracteriza e que os pais irão certamente esquecer daí a pouco, que num instante desaparece, em virtude de um crescimento desenfreado.

Nesta tarde tudo o que aconteceu foi brincadeira, foram gargalhadas, foram pais a deixarem as crianças a fazerem o que queriam, como queriam, pais que brincaram, fizeram cócegas, sentaram-se na relva e rebolaram com eles. E assim é bom recordar. Um dia vai ser bom olhar para estas fotografias e sentir a saudade a bater. A saudade dos filhos assim e um dia mais tarde a saudade dos pais assim.

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Wedding :: com Arraiolos no horizonte

IMG_1920Nem todos os casamentos são enormes e em pompa e circunstância. Já por diversas vezes referi aqui que tenho uma predilecção por casamentos pequeninos e intimistas, que são pensados de forma diferente, habitualmente a fugir a uma série de convenções e que vão mais ao encontro do que aquelas duas pessoas que se vão casar, pretendem verdadeiramente.

Muitas vezes ouço casais a dizer que não querem quintas, e por isso contam também os meses que procuraram sítios alternativos, diferentes e que fossem a resposta que gostariam para aquele dia. Contam ainda o tempo passado à procura de cada um dos fornecedores para o que pretendem, porque por vezes, os espaços são exactamente o que pretendiam, mas faltam cadeiras, mesas, candeeiros… e tudo isso dá um trabalho acrescido. Ainda assim, quando se chega ao dia e se vê tudo a acontecer, não há como não ter aquele sentimento bom de ter valido tão a pena.

Por outro lado, às vezes basta procurar uma resposta diferente, planear algo mesmo mais pequeno, e encontrar a solução é mais simples.

IMG_1909 IMG_1915 IMG_1920Foi por isso que, quando recebi o convite para fotografar este casamento pequenino de apenas 21 pessoas, fiquei tão feliz. Um sábado ainda por ocupar em Junho do ano passado, e de repente haveria então esta bonita união em Arraiolos. Adoro todo o Alentejo e ao longo dos anos vou conhecendo sempre um bocadinho mais do nosso país, mas Arraiolos ainda não estava na lista. Além disso, o local da celebração era então a cereja no topo do bolo – Villa Extramuros.

Esta casa com apenas 5 quartos, mas inserida num terreno com 5 hectares de olival, e decorada com peças dos anos 50 até à actualidade, parece mais uma enorme casa preparada para receber muitos convidados, do que um hotel propriamente dito. O ambiente relaxado que se respira em todos os cantos, a decoração de cada divisão, o silêncio, o horizonte com Arraiolos ao fundo… tudo combina na perfeição, tal como aquela tarde de verão.

IMG_1927 IMG_1928 IMG_1931Aqui apetece viver, e é claramente por sítios destes que me passa sempre pela cabeça comprar uma casa no Alentejo, para onde possa refugiar-me sempre que apetece fugir do rebuliço da cidade. E por todos estes motivos, foi o cenário perfeito para a celebração bonita que aqui aconteceu. Celebração intimista junto a uma piscina que parece entrar pelo olival dentro… e que terminou num jantar acolhedor no páteo central da casa.

Regressei a Lisboa com a sensação de coração cheio de paisagens bonitas, de amigos que se adoram e que choram pela felicidade uns dos outros, famílias que se unem e tornam uma só e que se juntam à volta de uma mesa a comemorar o que de melhor há na vida – o amor. E além disso, o coração vinha cheio pela certeza de que vivo num país que adoro, bonito a sério, e onde adoro fotografar.

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Travel Stories :: Um fim-de-semana em Amesterdão

IMG_0547Depois do primeiro post sobre o fim-de-semana em Amesterdão, hoje termino a “viagem” com estas fotografias do Domingo, dia em que regressámos a Lisboa. O dia não estava propriamente agradável, tinha andado a acompanhar as previsões do tempo na semana anterior, para saber se nos esperavam dias bons ou chuva. E na verdade, a coisa andou ali um pouco intermitente, porque as previsões ora apontavam para chuva no domingo, ora neve, ora um dia simpático de inverno com uma pontinha de sol a querer espreitar.

IMG_0466Calhou-nos o pior cenário, um bocadinho de neve de manhã, que poderia ter sido muito giro, mas rapidamente passou a uma chuva chatinha que não parou o resto do dia. Eu confesso-me uma criança quando vejo nevar, acho sempre tremendamente bonito e fico num entusiasmo enorme e de olhos pregados no céu. Mas esta neve não é nada, claro, porque é daquela que a caminho do chão já derreteu.

Untitled-1IMG_0482Talvez por sabermos que o clima não ia estar muito simpático no domingo, não tínhamos sido exigentes com o programa para este dia. O nosso hotel era mesmo bonito e começámos o dia com o pequeno-almoço aqui, tudo com calma. Tínhamos apenas em mente ir a um sítio em particular, e depois logo se veria! O “logo se veria” resultou em caminhar um pouco pelas ruas, visitar algumas lojas, comer uns waffles deliciosos e seguir para o aeroporto.

Esta coisa de viajar no inverno para o norte da Europa tem disto… já em Copenhaga senti o mesmo, ainda que aqui houvesse a agravante de ser de noite às 4h da tarde. Mas com o frio que se faz sentir nestas cidades, e se estiver a chover ainda é pior, o passear sem destino pela rua fica comprometido. E por mais que se tenha de fazer as refeições habituais, não se viaja para estarmos fechados num espaço o dia todo, por mais bonito que seja. 

IMG_0480 IMG_0479 IMG_0476 IMG_0471Mas o Domingo foi muitíssimo bem passado pelo sítio que fomos conhecer! A conselho da minha amiga Susana, que tinha encontrado uma referência na Milk, havia um sítio que não deveríamos perder e tinha aberto em Janeiro – o De School.

Uma escola técnica antiga, agora transformada em cafetaria, restaurante, ginásio e clube noturno. As fotografias que tinha visto tinham sido suficientes para me convencer a convencer alguém a passar 20′ no tram só para ir almoçar aqui. Gosto de sítios assim, que antes eram uma coisa e depois se transformam com o passar dos anos. Gosto da transformação de espaços, sem lhes retirar o carácter. E gosto do ar industrial com que esta escola se reveste!

IMG_0489 IMG_0491 IMG_0492 Untitled-2IMG_0503 IMG_0497 IMG_0502IMG_0505 Untitled-4 IMG_0511Ficamos rendidos a este espaço, à comida e à simpatia de quem nos atendia. Mesmo com um dia chuvoso, o espaço tinha movimento, mas mantinha-se um sítio calmo, e claro, o facto de se poder ver tudo o que preparavam na cozinha é sempre um extra! Ainda consegui espreitar o restaurante e fiquei com imensa curiosidade em conhecer!

Daqui regressámos então ao centro da cidade para passearmos mais um pouco pelas ruas, conhecer umas lojas e lanchar, antes do regresso a Lisboa. Com ou sem chuva e frio, ainda assim Amesterdão é sempre bonita, com imenso estilo, onde apetece viver um bocadinho, deixa saudades e queremos lá voltar, porque ficou imenso por conhecer!

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Para quem gosta destas fotografias, algumas encontram-se à venda aqui!
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Love-Birds :: Annabelle + Yves-No

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Já começa a ser um hábito trazer-vos aqui sessões e convidar-vos para passear connosco. E hoje não vai ser diferente, mas este passeio é daqueles mesmo bons a sério, ou não fosse por uma Lisboa preparada para os Santos Populares e com calor no ar. Já sei, já o disse, já me repeti, já não sei que mais hei-de conversar com o S. Pedro, e bem sei que ainda estamos tecnicamente no Inverno… aliás ainda nem sequer mudou a hora. Mas bolas… estou mesmo cansada deste tempo, destes dias cinzentos que aparecem do nada, quando pensamos que a Primavera já se instalou antes do tempo, destes dias de chuva que para mim também aparecem do nada (nunca vejo as previsões do tempo, se calhar a surpresa vem daí). Bom, mas adiante. Vamos saltar para Maio aqui para esta sessão, sim?

A Annabelle e o Yves-No casaram em Lisboa, casamento esse que irei partilhar não tarda muito, e fizeram-no de uma forma intimista e tão, mas tão bonita! E devido ao casamento, fizemos esta sessão pela zona histórica de Lisboa, para que o Yves-No pudesse conhecer melhor a cidade. Alfama já se vestia de Santos Populares e cheirava já a verão!

E Lisboa é tão bonita nesta altura, não é?

IMG_9078 IMG_9085 IMG_9093 IMG_9097 IMG_9098 IMG_9100 IMG_9115 IMG_9122Untitled 1 IMG_9127 IMG_9133 IMG_9134 IMG_9145 IMG_9150 IMG_9159 IMG_9165 IMG_9182 IMG_9187 IMG_9195 IMG_9196 IMG_9203 IMG_9204 Untitled 2 IMG_9215 IMG_9226 IMG_9228 IMG_9249 Untitled 3IMG_9258 IMG_9263 IMG_9264 IMG_9267 IMG_9274 IMG_9278 IMG_9286 IMG_9287 IMG_9297 IMG_9306 IMG_9322Pedir informações * Ask for info!
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Travel Stories :: Um fim-de-semana em Amesterdão

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E aqui estou para partilhar então as fotografias bonitas tiradas por Amesterdão durante um fim-de-semana em Fevereiro. Mas primeiro umas palavras sobre esta coisa de viajar. E não vou falar do quão bem nos sabe sair de casa, da nossa cidade, do nosso país, fazer as malas e seguir em direcção ao aeroporto. É toda uma excitação, um fazer planos para ver isto e aquilo, um descansar a cabeça das coisas do dia-a-dia, um abrir horizontes, conhecer outras coisas… porque isso já aqui falei algumas vezes. Hoje é mais sobre o curioso que é o acto de viajar ao longo da nossa vida, mesmo que sejam para aqueles sítios que vamos repetindo. Nunca é a mesma coisa.

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A idade muda, a nossa experiência é outra, a nossa vivência também, apreciamos coisas diferentes, eventualmente a companhia com que viajamos é outra e o próprio destino muda em si. E é giro como, mesmo repetindo um sítio, tudo é diferente. Ainda que algumas vezes viaje para sítios que já conheça, e fique sempre com aquela sensação de “a próxima viagem tem de ser para um sítio que seja mesmo novo para mim”, a experiência da viagem é sempre diferente e tão boa!

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Esta era a terceira vez em Amesterdão e a primeira foi muito doce. Era Junho e viajei com uma amiga para Berlim, conhecemos a cidade durante 3 dias, e depois alugámos um carro e pusemo-nos a caminho de Amesterdão. E quem já fez road-trips sabe o gosto que se sente em viagens destas. São aventuras diferentes do voar para um sítio e pronto, chegámos! O ir de carro, o parar quando se quer, o conhecer o caminho mais em detalhe (de Berlim a Amesterdão é atravessar dois países de um lado ao outro)… eventualmente o perdermo-nos no caminho (demorámos uma eternidade a perceber como se saía de Berlim!), tudo isto torna a experiência numa outra coisa.

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Desta vez, viajei no Inverno, a companhia era outra, os meus interesses eram diferentes de há 8 anos atrás… e por tudo isto, estava expectante. O tempo foi curtinho, tinha algumas notas sobre onde haveríamos de almoçar, o que haveríamos de visitar, onde poderíamos jantar, mas nada de muito rígido, como eu tanto gosto. O andar a passear sem destino também é giro, ainda que em apenas dois dias e meio, o andar sem destino tenha de ter alguma orientação para se aproveitar bem o tempo. Além de que estava tanto frio que o andar pela rua é giro, mas entrar em sítios quentinhos também sabe muito bem!

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E por isso, em dois posts vou mostrar o que vimos, por onde andámos, e aproveito para deixar algumas dicas para quem tiver Amesterdão em mente para uma próxima viagem. Eu pedi algumas pelo Instagram e fiz o favor de as aproveitar quase todas! Chegámos na sexta pela hora de jantar e só houve tempo para fazer o check-in no hotel, irmos para a Rembrandtplein, jantar por ali e caminhar por ali e depois de volta ao hotel. Caminhar foi a palavra de ordem… caminhámos mais em dois dias que em duas semanas inteiras (e eu passeio imenso com o Kobe!).

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E sem mais demoras, aqui ficam as fotografias do que foi o nosso sábado! As referências dos sítios que visitámos serão dadas antes das fotografias, para ser tudo mais prático! Vamos então daí?

Pequeno-almoço: Bakhuys
Mesmo pertinho do nosso hotel, este sítio foi delicioso para começar o dia! Numa padaria/pastelaria de aspecto industrial, onde se pode ver tudo a acontecer atrás dos enormes vidros, tem um ar mais do que acolhedor e tem tanta coisa de aspecto delicioso que apetece fazer um brunch demorado!

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Albert-Cuyp Markt
Como seria de esperar, se há um mercado de rua, eu quero ir espreitar e este não desilude com tantas coisas bonitas e diversificadas para se ver. Desde o pão, queijo, fruta, flores, vegetais, carne, peixe… às roupas, louças, brinquedos, tapetes… há de tudo, em bancas no meio da rua. É só atravessar a rua de uma ponta à outra e ir apreciando!

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Foam Museum
Num dos sites que visitei, encontrei a referência a este museu de fotografia, e mesmo como fotógrafa, nem sempre tenho de ver estes museus. Mas havia uma exposição de Jacques Henri Lartigue, que apesar de ser tremendamente conhecido pelo trabalho a preto-e-branco, a exposição focava-se no seu trabalho a cores, quando começou a ser possível fotografar a cores. As imagens documentais da sua vida e das pessoas que faziam parte dela eram mesmo bonitas e valeu muito a pena. Ficou ainda a vontade de comprar este livro!

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Almoço: Singel 404
Depois de vermos a exposição de fotografia e de passarmos pelo mercado das flores, este restaurante ficava mesmo em caminho e foi o sítio perfeito para descansar e almoçar. As sandwiches que víamos a passar para as mesas enquanto aguardávamos a nossa vez, tornaram difícil a escolha quando chegou o momento. Absolutamente deliciosas (e enormes), o espaço é também muito acolhedor, o atendimento é simpático e rápido!

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A melhor tarte de maçã do mundo: Winkel 43
Pára tudo agora. Isto é mesmo um assunto sério! Nas recomendações, o meu amigo Fred mencionou qualquer coisa como “a melhor tarte do mundo” e eu fiquei curiosa. Depois a Joana deixou um link e disse “best apple pie”… Ok, twice in a row, isto tem de ser investigado! Depois de andarmos a passear ao frio (é tudo muito bonito, mas quando está frio, está frio!), o melhor que nos podia acontecer era ter o Winkel 43 na vizinhança. O aspecto por fora faz lembrar aqueles diners americanos que servem tartes de tudo e mais alguma coisa.

Lá dentro, todas as mesas cheias, uma fila de espera, um balcão também com pessoas… mas se se acha que aquela vai ser a melhor tarte de maçã do mundo, uma pessoa espera. E até está quentinho, por isso, o que são 20′ à espera? E não desiludiu. E surpreendeu. Que tarte maravilhosa… que massa crocante por fora e com textura de bolo delicioso, que pedaços de maçã que não acabam… Senhores, posso achar que o Melhor Bolo de Chocolate do Mundo é outro que não o tal, mas esta é a Melhor Tarte de Maçã do Mundo!

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À noite deliciámo-nos num restaurante argentino, depois de termos andado (à vontade) uma horinha às voltas à procura de um restaurante também argentino, para não o encontrarmos, para percebermos que afinal estávamos a 2km dele, e para decidirmos aceitar a sugestão do rececionista de um hotel e irmos a outro. Soube pela vida e assim é que tem de ser! Para a semana há mais coisas bonitas de Amesterdão!

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