shop :: um ensaio em tons de rosa

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aqui falei do cor-de-rosa e do meu amor confesso por esta cor na natureza. As flores em tom de rosa que começam a aparecer em meados de fevereiro e que trazem a esperança de uma primavera próxima, os céus em tons de rosa e laranja no pôr-do-sol de verão, ou todas as flores nesse tom durante o ano inteiro.

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I have already talked with you about pink and my love for this colour when found in nature. The flowers in shades of pink in February, announcing the end of winter and hope for an upcoming spring, the beautiful orange/pink sunsets during summer months and all the flowers in the world in pink. 

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Ultimamente parece que os malmequeres são as flores que mais vejo em tons de rosa, roxo e branco. E esta semana antes de uma sessão fotográfica e aproveitando o facto de ter chegado 30 minutos antes, fiz algumas fotografias a estes malmequeres, procurando diferentes perspectivas, uma nova abordagem, sem ser sempre aquela que me é mais habitual.

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Lately it seems that daisies are everywhere and I only see them in shades of pink, purple and white. And just before a photo shoot this week, and taking the fact that I arrived 30 minutes earlier, I spent the whole time shooting this daisies in several ways, looking for different perspectives, something new in my way of capturing flowers. 

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E estas coisas são mesmo assim, é com a prática, com as experiências que fazemos, com as tentativas e erros que vamos treinando o nosso olho, a nossa intuição, vamos explorando o nosso próprio sentido estético.

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And these things are exactly like that, it is with practise, with the experiments we do, with all the trial and error that we become skilful, train our eye, our intuition, and explore our own aesthetics. 

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Não tendo uma lente macro, procuro ter uma perspectiva diferente da flor, das suas pétalas e tentar enquadrar de forma diferente. Durante o fim-de-semana descobri o trabalho de uma fotógrafa que desconhecia, cujo trabalho tanto me apaixonou.

Rachel Belinsky regista um outro lado de San Diego, sem ser aquela mais habitual com as praias e sol, e por isso, enquanto acompanhada do seu fiel companheiro (só por este motivo, já me identifiquei imenso) vai fotografando o que vê, as casas abandonadas, as flores, cenários por vezes pouco românticos, mas sem dúvida alguma cheios de carácter e intensidade.

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Not having a macro lens, I look for a different perspective of the flower, of its petals, and try to compose the whole picture in a different way. Actually, during this weekend, I found a photographer, whose work made me want to jump to the screen and take walks with her. 

Rachel Belinsky captures a different San Diego, without the usual perspective of beaches and sunshine, so she says. So while she walks her best friend (I would relate just by this part!), she captures abandoned houses, flowers and other details and sceneries that not being that romantic, are full of character and intensity. 

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E daqueles 30 minutos resultaram estas fotografias… disponíveis no Etsy! Loja esta que está cada vez mais composta, com mais de 400 fotografias ou conjuntos de fotografias já propostos por mim. Durante este mês haverão novidades, por isso, se quiserem assinem a Newsletter para não perderem pitada!

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And of those 30 minutes shooting pink daisies, these pictures came out and are already available on my Etsy shop… which is fully packed with prints, now counting with more than 4oo options, with prints and discounted sets chosen by me! During March there will be news, so if you don’t want to miss a thing, stay tuned with the Newsletter!

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country stories :: castelo de vide

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Bem, vou contar-vos uma verdade e vou ser muito honesta numa coisa, eu só ando nesta coisa de fotografar casamentos para poder viajar! Pronto, eu admito que também não é verdade! Era só para provocar!

Acima de tudo adoro o conhecer pessoas novas, ser recebida pelas famílias e amigos, que me fazem sentir como um dos convidados, fazer parte de um dia que é tão maravilhoso, poder contar uma história de amor, que neste dia se estende até aos amigos e família, poder ser testemunha de um dia tão especial e feliz, e ser a pessoa que registará o dia e fará com que aquelas duas pessoas possam voltar a este dia sempre que quiserem. Todos estes motivos fazem com que me sinta profundamente feliz com o que faço!

Mas claro, além de tudo isto, o facto de que por vezes posso viajar pelo nosso país e conhecer sítios que me eram desconhecidos, é um extra absolutamente fantástico.

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Well, I’m going to tell you the truth and I’ll be very honest on one thing, the only reason that keeps me shooting weddings is the fact that this allows me to travel! Ok then, it’s not the only reason, I was just messing around!

Above all, I love everything that is around this day, the joy, the love, the emotion, the anxiety, the dresses, the shoes, and being welcomed by friends and family, feeling just like another guest, being a witness to a love story that expands to family and friends, being the one that will make the couple remember this day for the upcoming years together… well, all these make it all worth it and make me incredibly happy! But of course, alongside these, it’s also the fact that I’m able to travel through my country, to places I’ve never been before. 

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Certamente um cliché, mas é também certamente uma verdade – o nosso país é muitíssimo bonito. E é uma pena que por vezes demoremos tantos anos a descobrir os seus cantos  recantos. Ainda assim, bem sei que se já cá estamos e em princípio o nosso país não vai para lado nenhum, parece-me que por vezes seja mais excitante marcar férias para um destino qualquer longe (até porque às vezes é mesmo disso que precisamos, de ir para longe!) do que procurar algo excitante por cá.

Às vezes é mesmo assim, queremos viajar e queremos ir para qualquer lado que fique a mais de 6h de avião. Assim teremos a certeza de que estaremos mesmo num sítio diferente. E viajar para sítios diferentes, de culturas e hábitos diferentes faz-nos bem. Faz-nos crescer, abre-nos a mente, torna-nos mais flexíveis, mais tolerantes à diversidade e por vezes faz-nos até apreciar mais o que temos por cá.

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And though it’s for sure just another cliché, but also a truth – Portugal is a very charming country. And it’s a shame that sometimes we take so many years to get to know our own country. But still, I can understand that as we already live here, and our country is not going anywhere, so we can always explore it later. And sometimes booking a break to a far away destiny is way more exciting (actually, sometimes we do need to be really far away from our usual ground), than to book something here. 

Sometimes we do feel that way, that we need to travel, to get away for a couple of days or two or three weeks, that we need to be as far as a 6h plane trip will takes us. We feel the need to be in a place that is totally unfamiliar to us, that has a different language, a different culture and habits. And this is good for us, we grow, our mind is more open to things, we also turn into more tolerant people regarding diversity, get to understand the world outside our shell, and sometimes it makes us appreciate what we have here even more.

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O ano passado, para fotografar este casamento, tive a oportunidade de conhecer pela primeira vez, o Alto Alentejo, mais propriamente Castelo de Vide. Estava entusiasmadíssima para no dia seguinte poder passear à vontade, agarrar no carro e sem quaisquer restrições de tempo e espaço, podia ir para onde quisesse, parar quando assim me apetecesse, fotografar o que me parecia digno de registo.

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And last year, to shoot this wedding, I had the chance to travel to an area of our country named Alto Alentejo, which is on the other side of the country next to Spain, to the East. I knew the Southern part of Alentejo, and the Northern part of Portugal on the East side, but this part stuck in the middle, I had never visited it. So this was a first and what a first! It was a glorious day, though it rained a little bit in the beginning and by lunch hour. But I do love to get the chance to travel this way. To just check out from the hotel, get in the car and drive to wherever I wanted, stopping wherever I wanted, to shoot whatever I felt like it. I absolutely love this kind of freedom. 

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Adoro viajar assim… ter este tempo, que é algo tão valioso e que tão poucas vezes temos, assim desta forma, livre e sem preconceitos. E conhecer assim Castelo de Vide e parte do Alto Alentejo foi fantástico. Ainda que no início da manhã estivesse um pouco de chuva, rapidamente o sol apareceu e o dia tornou-se aliás bem quente! Castelo de Vide e as suas ruas estreitas, as casas típicas, as colinas com vista para os vales, as ruas estreitas enfeitadas de candeeiros pretos com vista para os vales e horizonte… estava perdida e feliz.

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I love to travel like this… to have all this time, that is something so precious and we happen to have so not that often. And exploring this side of Portugal like this was heaven on this day. 

I just went on to the north, to the south, had lunch next to a tree with some cows on the horizon, in the middle of nowhere, explored the little town called Castelo de Vide, which is where all these pictures were taken. This village is beyond charming! I couldn’t get enough of the narrow streets, the valleys, the black typical lamps, the laundry, the colours, the architecture… even cats sleeping in the sun. Everything was worth stopping to take a picture, to embrace, specially when I passed by streets with a view! I always wonder what it must feel like to live in such places!

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E sem dúvida que é também nestas alturas em que me sinto profundamente feliz por fazer o que faço, por ter conseguido tornar a fotografia a minha profissão. Sendo eu uma apaixonada por fotografar sítios e a natureza em si, Castelo de Vide encheu-me as medidas. Bem como os restantes sítios por onde passeei nas redondezas e no regresso a casa, como o Marvão, Crato e uma aldeia pequenina chamada Flor da Rosa. Almocei junto a uns chaparros depois de uma forte chuvada e depois lá segui caminho.

Este ano estão já planeadas visitas a Viseu e a Viana do Castelo e estou muito entusiasmada por estas duas viagens. Conheço ambas, mas sempre muito de fugida porque visitei sempre em trabalho. Por isso, poder ir para conhecer de forma mais descansada deixa-me feliz e ansiosa para que chegue os meses de Junho e Julho!

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And it’s exactly on these moments in which I feel profoundly happy and blessed to do what I do for a living, to be able to call photography my job, which also allows me to do so many other things, to capture so many different moments. And as a lover of nature and places, Castelo de Vide stole my heart. 

I kept driving and passed by Marvão, Crato and also a small place called Flor da Rosa (Roses’s Flower) and it was a full day for my photographer soul! This year I have already two other trips planned, one to Viseu and another one to Viana do Castelo, all in he north, and though I have been in both, it was always on the run, for professional reasons. So this time I’ll take the time to enjoy these places at my own pace. So I cannot wait for June and July!

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travel stories :: welcome to malmö

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Sim, parece impossível, mas as histórias da nossa viagem até Copenhaga ainda não tinham terminado! A bem ver faltavam apenas duas, sendo uma é sobre a passagem de ano em si e agora já nem parece fazer sentido, mas esta fará sentido em qualquer altura do ano.

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Yes, it seems impossible, but the stories of our travel to Copenhagen were not yet finished! Though to be honest, there are only two left, being one of them about the new year’s eve so to say, and now it feels that it’s just not the season, but this one I’m sharing today makes sense throughout the whole year!

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Como já disse nos posts anteriores sobre esta viagem, no primeiro dia do ano demos um salto até Malmö. E para quem não está familiarizado com a geografia escandinava, Malmö fica a cerca de 30 minutos de comboio de Copenhaga, por sinal um comboio bastante barato (tendo em consideração o custo de vida) e também um comboio que faz a travessia pela conhecida Ponte de Oresund (com quase 17km).

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As I had told you on previous posts, on the first day of 2014 we took the train and went to Malmö. For those not familiar with Scandinavian geography, Malmö is just around the corner of Copenhagen, within a 30 minute train travel. The tickets are actually almost inexpensive, considering the whole danish cost of living, and the train goes through the famous Oresund Bridge, with its almost 17km.

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Esta parte deixa-me algo desconfortável e tentei durante aquele período abstrair-me desse facto. Mas ao mesmo tempo o azul escuro do mar atraía-me de algum modo… portanto foi uma viagem ora a olhar para um lado mais soalheiro com o mar mais no horizonte, ora a olhar para o meu lado com o mar mais perto, mais escuro, mais misterioso e com certeza muito frio. Esta relação com a água parece-me que se vai agravando com a idade, mas as travessias por cima de água deixam-se assim, desconfortável.

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This is something that leaves me quite uncomfortable, and I tried to just let it go during the entire trip. But at the same time the dark blue of the ocean somehow called my eyes to it every single moment, and I felt my mind diving into those dark blue cold waters. But at the same time, I would look to the other side and look for the horizon with a bit of sunshine and what seems a far away ocean. This relationship with water is somehow getting more serious with the ageing, and these crossings over the water leave me like this, uncomfortable. 

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Mas de qualquer modo, assim que chegámos à Estação Central, e consultando as recomendações que a Marie me tinha dado (ter clientes estrangeiros traz sempre vantagens!), lá fomos descobrindo para onde caminhar. A cidade estava um pouco mais cinzenta do que Copenhaga e estava vazia… talvez do frio que se fazia sentir, talvez porque não é uma cidade tão turística (deduzo eu…) como Copenhaga, ou porque estava praticamente tudo fechado. Por isso, acabámos por passear à volta da zona histórica, parar para beber um cappuccino (e aí encontrámos mais turistas) e pouco mais. Entretanto anoitecia e queríamos mesmo voltar.

É curioso como quando estamos fora e visitamos dois países ao mesmo tempo, o regresso ao primeiro traz sempre algo de familiar, como se em casa já nos sentíssemos. A minha viagem Berlim – Amesterdão – Berlim foi assim. Em modo road-trip de uma para a outra, assim que regressámos a Berlim senti-me feliz por estar de volta. E Amesterdão tem o charme que se conhece!

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But anyway, as soon as we arrived to the Central Station, and following Marie’s recommendations (having foreigner clients always brings extra bonuses!), we discovered the streets and wondered around.

Malmö was a bit more cloudy than Copenhagen, and was kind of empty too. Maybe it was the cold, or the fact that it’s not such a touristic city as Copenhagen (so I thought), or because almost everything was closed, but there was just a few others wandering around. Eventually we wandered through the historic area for a while, stopped for a cappuccino (where we found other tourists!), got warmer, walked around a bit more and went back to the Central Station to head to Copenhagen once again. 

It’s interesting but when you visit two countries on the same trip, and if you return to the first one, you feel somehow more at home, just because you started there. It happened this to me when I visited Berlin and went on a road-trip to Amsterdam and then went back to Berlin again. When I arrived Berlin I was happy and felt that I was glad to be there again, and we know how charming Amsterdam is. 

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Uma das zonas que me tinha sido recomendada era a Lilla Torg, uma zona histórica de casas baixinhas e coloridas e com uma praceta cheia de vida (noutros dias com certeza!). E quem me conhece sabe que encontrar casas coloridas é algo que me deixa profundamente feliz. Por isso, enquanto não encontrava as casinhas que tinha acabado de ver no Google Images (abençoada internet!), não descansava e de facto valeu a pena.

As cores eram mesmo giras, os detalhes cheios de charme e quase pareciam colocados ali de propósito, tal como esta casa em laranja escuro, quase vermelho, com flores do mesmo tom junto à porta branca, a coroa de natal, o candeeiro aceso e a bicicleta vermelha. Queria fotografar tudo!

E depois, mesmo em modo nórdico, a vontade de espreitar pelas janelas era muita, porque com o frio que se fazia sentir cá fora, e a meia-luz que se via dentro das casas, os candeeiros giros à janela, as velas, os cortinados… convidava a entrar, beber um chá e um bolinho acabado de fazer.

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One of the areas that was recommended was Lilla Torg, an historical area with small colourful houses in a row and with a square that apparently is full of life (on other days, obviously!). And those who know me know that I feel pure joy with colourful houses and charming details. And in fact Lilla Torg was all about charm!

I had just seen a few images on Google Images (bless the internet!) and I wouldn’t go away without finding those streets! And so I did and I felt thrilled about every little thing. There was charm coming out of every house. The colours, the bikes, the curtains, the flowers by the doors matching the colour of the house, the low light inside, the lovely lamps by the windows, the candles… and with all the cold outside, you cannot hep but dream about being invited to get inside, have a warm cup of tea and a handmade cake. 

Everything seemed to be matching on purpose, like this house below with its dark orange colour, the red bike, the matching flowers, the contrasting white door and the lighted lamp. How can one resist to such charm?

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E assim foi o nosso passeio por Malmö, no dia 1 de Janeiro de 2014! Ficámos a conhecer um bocadinho muito pequenino, mas apaixonada que sou pela Suécia, claro que este bocadinho não soube a nada, mas deixou aqui uma enorme vontade de regressar para conhecer mais. Se possível em tempos com dias um bocadinho mais compridos. Só para poder aproveitar mais qualquer coisa!

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And this was our first day of 2014! We got to know just a tiny bit of this country, but as in love with Sweden as I am, it’s obvious that I want to go back and explore much more! And if possible, go back in another time of the year, to take advantage of slightly longer days! Just to take longer walks and enjoy the light!

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E em jeitos de resumo do que achámos desta viagem e alguns conselhos aqui fica uma pequena lista:

* Visitem noutra altura do ano sem ser o Natal e passagem de ano, ainda que haja sempre vantagens em visitar nesta altura cheia de magia (como visitar o Tivoli);
* Contem com um custo de vida bastante alto, pelo menos no que diz respeito à restauração. Não é preciso ser um restaurante de luxo para ter de pagar cerca de 50€/pessoa;
* Mas experimentem e aproveitem a viagem para provar coisas novas, vale bastante a pena;
* É fácil ter acesso ao wi-fi gratuito em qualquer sítio onde entrem, como cafés e restaurantes. Maior parte dos locais tem acesso sem password, mas se for necessário, facilmente vos é dada sem quaisquer restrições de tempo;
* Andar a pé é fácil nesta cidade porque é toda plana, mas levem calçado muito confortável;
* Quando chegam ao aeroporto (que é fabuloso) o bilhete que compram para o metro para o centro da cidade dá também para o autocarro, se assim for necessário. Basta depois mostrar ao motorista do autocarro e não terão de pagar mais;
* E por fim, procurem um local para ficar através do Airbnb se gostarem de ter uma experiência mais verdadeira e de conhecer pessoas locais! É sempre bom conversar com quem vive lá, saber mais sobre a cultura e trocar experiências! Além de que habitualmente fica consideravelmente mais barato!

Para mais informações de um ponto de vista local, e não turístico, visitem este site, com informações sobre a cidade!

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So to end these Copenhagen stories, I will leave some advice and informational notes, in case you’re wondering about visiting this amazing city:

* Travel to Copenhagen on another time of the year, besides Christmas and New Year’s Eve, though there is always something special in this magical season (like visiting Tivoli!);
* Be aware of the high cost of living, mainly in restaurants and cafes (comparing to Portugal). It’s easy to spend more than 50€ per person on a dinner, in a not-that-fancy restaurant;
* But take this chance to try new things and to just enjoy new food, it’s so worth it;
* It’s quite easy to have free wi-fi access almost anywhere you enter, like cafes and restaurants. Most of them are password free, but if you need one, just ask for it and they will gladly help you, no restrictions attached;
* Walking on foot is easy, but you can end up walking a lot, so bring comfortable (but stylish!) shoes!
* When you arrive the airport (which is amazing!), and when you buy your subway ticket to get to the center of the city, be aware that that ticket is also valid for the buses! Just show the ticket to the driver and you’re good to go!
* Last, but not least, find a place through Airbnb, if you enjoy to talk with the locals, instead of the less personal mood of hotels! This way you’ll exchange experiences with those who live there, and you’ll be able to learn more about that country, asides you’ll be having great insider tips, if they’re nice folks!

And for more, just visit this website for local tips, instead of touristic advise on anything you would like to see or visit!

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Auto-Retratos // Self-Portraits

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Porque um auto-retrato é um desafio constante, é difícil, exige planeamento, tempo, persistência e coragem, este é um dos meus objectivos para 2014.

E também porque a Sílvia nos desafiou a isso, o último dia de Fevereiro foi para fazer alguns auto-retratos que tinha em mente. Ainda há mais ideias a desenvolver, mas esta estava na lista – fazer uns auto-retratos junto a esta janela da sala, onde entra tanta luz, e onde na passada sexta-feira entraram ainda raios de sol a deixar a esperança de uma primavera próxima.

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Because a self-portrait is a constant challenge, demands a lot of effort, time, planning, persistence and courage, this is one of my goals for my 365 project. 

And also because Sílvia challenged all the women to do a self-portrait, the last day of February was dedicated in creating a few self-portraits. There are several of other ideias to develop, but this simple one was on the list – next to this window, with the hair up, make-up on and just play with the shadows and light. Make it somewhat ethereal looking, or just feminine and light. 

And on this day, the light was particularly beautiful with some sun peeking through the windows, making me feel hopeful for a Spring!

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E nem de propósito, na sexta-feira enquanto deambulava pela internet e já nem sei bem como, mas acabei a conhecer o trabalho da Sue Bryce, uma fotógrafa neozelandesa que se especializa em retratos de mulheres. Até ao momento apenas conhecia o trabalho da fabulosa Christina Greve, mas conhecer a Sue foi também uma lufada de ar fresco.

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And by coincidence, on friday while I was surfing the web, I ended up finding Sue Bryce’s work, a photographer specialised in women’s portraits. So far I had only known Christina Greve’s work, and finding Sue’s was a breathe of fresh air from everything I see on a daily basis. 

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Por vezes acabamos por nos focar no que fazemos, e no tipo de trabalho que fazemos e apenas nos rodeamos de profissionais que fazem o mesmo, sejam de cá ou de fora. E eventualmente cansamo-nos de ver sempre o mesmo e a nossa própria criatividade é afectada. Por isso adoro tanto o Flickr, por me sentir inspirada pelo trabalho de tantos outros fotógrafos (profissionais e amadores) que do seu dia-a-dia registam momentos que nos convidam a entrar como se da vida deles fizéssemos parte.

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Sometimes we end up focusing so much on the kind of work we do, and keeping up with the work our fellow photographers do, either nationally or internationally, that eventually we end up feeling tired of seeing just the same over and over again. 

That is why I absolutely love Flickr and went back to it. I can connect with people all over the world, living different lives, in different cultures and that amazes me. It’s quite amazing to follow their work, being most of them amateurs, because they turn a random moment in an inviting moment. And I feel that I learn so much from them.

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Encontrar o trabalho da Sue foi relembrar que quero fazer mais fotografia de retrato, que é curiosamente o tipo de sessão que faço menos. Talvez as pessoas ainda não se sintam à vontade para investirem numa sessão em que é apenas focada numa só pessoa – elas próprias. Compreendo que seja preciso alguma coragem, mas as memórias de quem somos não se resume ao nosso físico… somos tão mais do que um corpo.

E pude ainda sorrir com esta frase: “Beauty is the light in the heart.” e emocionar-me com este vídeo… porque a beleza é a luz do coração, mas está também no coração. E isto sim, é coragem e força de viver!

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Finding Sue’s work was a reminder that I want to do more portraiture, that is actually the kind of session I do less. Maybe people are not yet comfortable with a camera pointing at them, or adventurous to invest money in something that is just about them, but this is so much more than just a few pictures. I understand it requires courage, but the memories of who we are are not about our bodies… we are so much more than that. 

And so I smiled when I read this quote on a video by Sue “Beauty is the light in the heart.” and I also felt moved by that video… which I strongly recommend you to watch, because it’s about being strong, being beautiful, no matter the kind of body, no matter the illness… it’s just about being courageous and willing to live!

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Fevereiro :: 365

February 2014 Fevereiro :: 365

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Estava mesmo em ânsias para que o mês terminasse, mas ao contrário de Janeiro que não foi tão simpático e por isso desejava que terminasse logo, desta vez era só para isto, olhar para as fotografias todas do mês! Fazer o esforço diário de tirar todos os dias uma fotografia é uma coisa, aguardar pelo feedback por parte de quem me segue no Flickr é outra e depois de um mês terminado ver as fotografias todas do mês é ainda outra coisa.

Até ao momento a dedicação continua, a motivação também, o querer fazer coisas diferentes e desafiar-me a explorar conceitos, a não ter vergonha, a expor-me mais… E aliás, sendo que no final de Janeiro disse que pretendia fazer pelo menos um auto-retrato por mês, parece que acabei por me entusiasmar e fazer muito mais do que um apenas!

Até agora contam-se 59 dias, o que significa que faltam ainda 306 para o final do projecto. E mal posso esperar para ver o que me reservam estes 306 dias! Mas por enquanto espera-se que chegue o bom tempo, os dias maiores, o sol (onde andas rapaz?) para que lentamente as roupas possam ser mais leves e dê ainda mais gozo andar na rua.

Portanto venha daí Março, aquele mês em que se diz que “de manhã inverno e à tarde verão”. A ver vamos!

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I was really eager for this month to come to an end, but not in the same way I hoped for January to end, as it wasn’t such a nice month for me. This time it was for the pure joy of seeing all the pictures of each day together in this mosaic! It’s an effort to make each day a photo that I will be proud of, it’s exciting to wait for the feedback from those who follow me on Flickr, and it’s quite exciting too to gather all the images from the past month into a single image!

So far, there’s dedication and motivation, I want more and more to do different things, to explore concepts, to not be shy about myself… In the end of January I had said that I would be challenging myself into at leafs one self-portrait per month, but hey… it seems that I got carried away because I shot 5 just in February! And then there were flowers, lots of flowers!

And now, I have 59 days done, still 306 more to go! And I cannot wait to see what these 306 have in store for me! Right now it’s all about waiting for better weather, longer days, sunny days (where are you sun?!), so that we can get less layers when going out.

So March I’m waiting for you! Please be gentle, please be joyful! As we say here “March March, with a winter morning and a summer afternoon” (trust me this rhymes in portuguese!). Let’s wait and see!

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